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BLEFAROPLASTIA

O procedimento é indicado para homens e mulheres. Um exame detalhado permite a identificação das alterações e a melhor indicação cirúrgica para cada caso. Em pacientes jovens muitas vezes não há flacidez de pele, e sim aparecimento somente das bolsas de gordura. Pacientes mais maduros podem apresentar o olhar “entristecido” devido a queda do canto externo do olho e do supercílio. É importante salientar que somente a blefaroplastia não é capaz de remover os “pés de galinha”, rugas profundas e áreas escuras em volta dos olhos. Para completar o resultado, métodos auxiliares que envolvem aplicação de toxina botulínica, preenchimentos e laser. Tudo, é claro, depois de uma avaliação personalizada, levando em consideração a expectativa do paciente e o tipo de tratamento.
A anestesia mais frequente na blefaroplastia é a sedação com anestesia local. Em geral, a alta hospitalar é feita no mesmo dia do procedimento, assim que se der a liberação anestésica.
A cirurgia de blefaroplastia dura cerca de 1 a 2 horas, dependendo das estruturas a serem tratadas. As incisões (cortes) são posicionadas sob as pregas naturais das pálpebras: nas superiores é realizada no sulco e nas inferiores fica logo abaixo dos cílios. Estas incisões podem ser prolongadas lateralmente para dentro das rugas do canto externo dos olhos. Após incisar a pele, a cirurgiã separa a pele da musculatura e gordura subjacentes, retira os excessos das bolsas palpebrais e remove as áreas de músculo e pele flácidos. Para pessoas que possuem bolsas de gordura abaixo das pálpebras inferiores sem flacidez de pele associada (normalmente jovens com pele mais espessa e elástica), é indicada a blefaroplastia transconjuntival, onde a remoção de gordura das bolsas pode ser realizada através de uma incisão por dentro da pálpebra inferior, sem deixar cicatrizes externas.
Algumas vezes, é necessária a elevação da parte lateral das pálpebras inferiores, chamada cantopexia ou cantoplastia, para tornar os olhos mais joviais e não haver exposição da esclera (porção esbranquiçada dos olhos) a este nível, evitando o ectrópio (pálpebra inferior puxada para baixo).
Em outros casos, para pacientes que apresentam queda do supercílio, é indicado o lifting frontal. Esta cirurgia reposiciona o supercílio e pode tratar a musculatura da testa que esteja hiperfuncionante e ocasionando rugas de expressão mesmo em repouso, principalmente entre os olhos.