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PRÓTESE DE MAMA

Apesar de parecer um procedimento simples, existem várias escolhas a serem consideradas e princípios que devem ser obedecidos rigorosamente.
Os principais fatores são:
- formato do implante: redondo ou anatômico;
- projeção do implante: moderado, alto ou super alto;
- tamanho do implante em cc;
- material de preenchimento: gel de silicone coesivo associado ou não a conteúdo de soro fisiológico (no caso das próteses expansoras na reconstrução de mama);
- características do envoltório de pele da paciente: fina ou espessa;
- localização da incisão: sulco, periareolar ou axilar;
- posicionamento da prótese de mama: abaixo da glândula, da fáscia ou do músculo.

O principal questionamento envolve a determinação do volume do implante mamário. Esta questão deve ser discutida com a cirurgiã, uma vez que apenas a ela pode avaliar um tamanho de implante compatível com a estrutura das mamas e ao biotipo da paciente, levando sempre em conta a vontade da paciente.
Sobre dúvidas em relação à lactação e a troca do implante:
A amamentação não sofrerá influência pela presença da prótese e a determinação da troca do mesmo envolverá tanto a satisfação da paciente quanto ao formato e flacidez mamária a longo prazo quanto o desgaste pelo tempo do implante. Através de exame físico detalhado e exames de imagem, esta necessidade pode ou não ser definida. Atualmente, devido ao desenvolvimento tecnológico industrial, não há um prazo pré-estabelecido para a troca enquanto estiver em boas condições.